Blog (PAP)

Este Blog (PAP) tem o intuito de incentivar as pessoas a usar energias renováveis e a reciclagem, para assim melhorar a qualidade de vida, tendo um planeta menos poluido e com mais ar puro para no futuro, os nossos filhos e netos puderem usufruir também de uma melhor qualidade de vida.

Escolhi abordar este tema, pelo facto do aquecimento global estar a destruir o nosso planeta, apesar de não nos apercebermos, todos os dias estamos mais perto do colapso total.

Como consequência todas as espécies vivas sejam vegetais ou animais, sofrem com esta degradação gradual.

Está nas nossas mãos mudar o mundo. Vamos inovar hoje?

terça-feira, 9 de março de 2010

Latas

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COMO REDUZIR?
As embalagens metálicas são quase sempre embalagens sem retorno, isto é, não reutilizáveis. No entanto, isso não impede que haja um redução dos resíduos resultantes das latas usadas. De facto, ao longo dos últimos anos, os processos de fabrico têm evoluído no sentido de fabricar embalagens com menos matéria-prima, o que se traduz em menores espessuras e pesos. O consumidor dá conta disso ao verificar que as embalagens metálicas se tornam cada vez mais flexíveis.

COMO REUTILIZAR?
Pelas razões já indicadas, as latas não são reutilizáveis. No entanto, para algumas embalagens metálicas de grande capacidade, como é o caso dos “bidões”, a reutilização é frequentemente adoptada pelos seus utilizadores.
COMO RECICLAR?
Regra geral, todos os materiais metálicos usados podem ser recuperados e novamente fundidos. É bem conhecida a reciclagem da sucata de ferro, que se processa nas siderurgias. As embalagens metálicas seguem o mesmo procedimento, podendo ser recicladas nas siderurgias ou nas fundições de alumínio. A reciclagem dos metais a partir de objectos usados contribuí fortemente para a poupança de recursos naturais (minérios) e permite grande redução de gastos energéticos.

No caso das embalagens de alumínio, designadamente as latas de líquidos alimentares, há tecnologias que permitem fazer embalagens novas utilizando unicamente embalagens usadas. Em termos de produção, o alumínio obtido a partir de embalagens consome unicamente 5% da energia necessária para produzir a partir de matérias-primas minerais. Daí a importância da recolha das embalagens para reciclagem.

No nosso País, essa recolha está ainda pouco desenvolvida, apesar dos louváveis esforços de algumas Câmaras, que já colocaram contentores para esse fim na via pública. Importa expandir e diversificar os sistemas de recolha, informar e motivar os cidadãos a participar, bem como implementar unidades de reciclagem de acordo com as quantidades de metais a reciclar.


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Pilhas

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COMO REDUZIR E REUTILIZAR?
Presentemente, ainda não existem em Portugal as infra-estruturas necessárias para promover a nível nacional, a reciclagem de pilhas. Existem porém algumas pilhas ditas verdes ou ecológicas que contêm menos mercúrio. Mesmo assim, nenhuma pilha deve ser deitada no “lixo”.

A este propósito, convém seguir algumas sugestões que poderão evitar riscos e minimizar os efeitos nocivos que s pilhas têm para o meio ambiente:
-Não deitar pilha alguma no lixo, nem abandoná-la “por aí”;
-Manter as pilhas fora do alcance de crianças;
-Depositar as pilhas nos contentores próprios que algumas Câmaras possuem junto dos vidrões. No entanto, procurar saber qual o destino final que as pilhas têm;
-Caso não haja contentores por perto, acondicionar as pilhas usadas em caixas de cartão com um saco de plástico no seu interior para evitar derrames, ou em garrafas de plástico. Embora em Portugal não exista um sistema eficaz de recolha de pilhas, é preferível saber que elas estão bem acondicionadas do que serem depositadas ou abandonadas sem qualquer precaução;
-Sempre que possível, optar por pilhas recarregáveis. Embora inicialmente seja necessário fazer um investimento maior e apesar de as pilhas recarregáveis se descarregarem mais rapidamente que as alcalinas a maioria destas podem ser usadas centenas de vezes.

COMO RECICLAR?
- Pensa-se que através da publicação, de legislação nacional regulamentadora desta temática, se lançarão as bases necessárias para um correcta gestão das pilhas.
- A recolha selectiva das pilhas usada tem vindo a ser adoptada em vários países europeus. Segundo o Relatório “Europile” de Maio de 1992, há pelo menos seis países que procedem à recolha de todos os tipos de pilhas (Áustria, Suécia, Suíça, Dinamarca, Holanda e Itália). A Alemanha recolhe as pilhas especiais, as de óxido de mercúrio e as de níquel-cádmio. A Espanha e a Bélgica têm esquemas de recolha para as pilhas de óxido de mercúrio. A Noruega recolhe quer as de óxido de mercúrio, quer as de níquel-cádmio. Há todavia outros países não têm sistemas generalizados de recolha: Irlanda, Grécia, Luxemburgo, Inglaterra e Portugal.

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Plástico

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COMO REDUZIR?
Os materiais plásticos representam entre 7 e 10% do peso total dos resíduos sólidos urbanos. Quando se trata da relação em volume, e dada sua baixa densidade, a percentagem é consideravelmente mais elevada. Grande parte dos resíduos de plástico provêm de embalagens, pelo que a redução está muito dependente deste tipo de aplicação.

Duas alternativas devem ser consideradas – a redução na origem e da redução pelo consumidor. A primeira deve processar-se, do mesmo modo que para qualquer outro material, pela utilização da quantidade de material e volume mínimos que permitiram manter o nível de desempenho adequado.

Ao consumidor compete escolher embalagens nas condições anteriores e evitar consumos supérfluos, quer se trate de embalagens ou outros produtos. Por exemplo, sacos de supermercado, material escolar, artigos domésticos, etc. que, muitas vezes, são também utilizados em excesso. A utilização de produtos concentrados ou embalagens de recarga conduz também à redução de resíduos.
COMO REUTILIZAR?
Dum modo geral, em Portugal, as embalagens plásticas não têm retorno, o que não significa que não possam ser reutilizadas. È o caso dos sacos, das caixas, garrafas e garrafões, etc., que o consumidor pode reutilizar para diversos fins.
Embora escassos, existem também alguns casos em que o consumidor pode levar a embalagem usada à loja, para reenchimento. O uso de recargas é outra modalidade de reutilização, já que permite usar várias vezes uma primeira embalagem.


COMO RECICLAR?
Todos os materiais plásticos são recicláveis. Em Portugal reciclam-se anualmente milhares de toneladas de materiais plásticos provenientes, principalmente de resíduos da indústria. Os materiais usados pode dar origem a novos materiais: embalagens, revestimentos de solos, fibras para acolchoados, caixas de cassetes, brinquedos, material escolar, etc. Estes são os processos mais simples e constituem a chamada “reciclagem mecânica”. No entanto, os investigadores já descobriram e continuam a trabalhar em processos que permitem transformar plásticos usados em combustíveis semelhantes aos de uso corrente ou até em matérias-primas originais – é a chamada reciclagem química.

Por outro lado a reciclagem de materiais plásticos provenientes de uso doméstico, sobretudo embalagens, está a dar os primeiros passos em Portugal, pelo que o seu desenvolvimento é urgente e permitirá quer uma redução substancial nos resíduos a eliminar, quer uma poupança de matérias-primas. Para que a reciclagem seja bem sucedida, os consumidores devem separar os plásticos, evitando misturá-los com os resíduos orgânicos e seguindo as instruções fornecidas pelas Câmaras, quando estas instalam sistemas de recolha selectiva. Para facilitar a separação dos diferentes plásticos, os produtores devem incluir nos objectos um símbolo de identificação. Os plásticos recolhidos selectivamente, classificados e compactados, são depois entregues às industrias de reciclagem. Os cidadãos devem estar atentos às iniciativas das Câmaras e colaborar com elas para que a recolha selectiva tenha êxito.


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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Campanha "Contra a Poluição"


Essa Campanha foi realizada para conscientizar as pessoas de que o planeta Terra ta cada vez mais poluído.